Este relato é para quem está curioso(a) pra saber como foi a minha exodontia de 2 terceiros molares no dia 05/06/2014 (ou colocada de forma mais casual, que eu sempre odiei pelo terrorismo que essa expressão traz: ARRANCAR O DENTE DO JUÍZO), seja porque se preocupa, seja porque tem medo de fazer e (se for como eu) está ansioso para saber os detalhes para se preparar psicologicamente ou mesmo porque tem gente que é sádica o suficiente para se interessar por esse tipo de texto.
Esse texto tem alguns detalhes bem explícitos, então, se você não está interessado(a) nisso, sugiro que leia apenas os últimos 5 parágrafos, que é onde estão as informações realmente úteis caso você esteja preocupado(a) com a cirurgia e não sabe nem por onde começar a pensar. Agora, caso você queira o relato detalhado… segue abaixo! =]
[ATENÇÃO: ESSE RELATO POSSUI RELATO CIRÚRGICO DETALHADO E ELEMENTOS DE CHORADEIRA MASCULINA. VOCÊ FOI AVISADO(A)!]
OK, acabei de fazer uma das cirurgias de que mais tinha medo e cá vivo estou. Não foi nada absurdo, e pra falar a verdade, bem mais sossegado do que eu imaginava que poderia ser. Eu já passei por várias outras cirurgias (extração das amígdalas, adenóide, desvio de septo, remoção dos cornetos nasais, dermatológicas, postectomia…), mas essa em especial eu tinha medo porque a ideia de alguém serrando meu osso, mexendo na minha mandíbula, pra arrancar meu dente com eu acordado, vendo, era simplesmente aterrorizante demais. Quem sabe a minha experiência com outras cirurgias tenha atenuado o trauma ou quem sabe o canal (endodontia) que eu tive que fazer recentemente já deu uma amaciada em mim (e o procedimento foi MUITO mais tranquilo do que o canal), mas o importante é que pra mim, tirar o siso com uma boa dentista (uma especialista em cirurgia bucomaxilofacial) foi o fator determinante. Muita gente tentou me apavorar antes da cirurgia, falando das complicações, de quão bárbara a cirurgia foi, do pós… Mas aparentemente existe muita gente que faz uma cirurgia ruim por aí porque não pega um bom profissional. Só teve um momento em que doeu, um leve incômodo, como se tivesse passando o dedo na corda de um violão e o violão era o meu NERVO, mas foi uma dor que não chegou NEM DE PERTO a parecer com a dor de cárie. Mas logo passou porque eu avisei a dentista e ela logo anestesiou o que precisou. Tranquilo.
Eu tive que tirar os sisos porque os dois debaixo estavam deitados, haviam nascido parcialmente, e um deles estava pressionando o da frente, de forma que aumentou a fragilidade do dente e favoreceu a formação de uma cárie. Eles não chegavam a doer ou a incomodar, mas o mais problemático deles, o da esquerda, formava uma pequena cavidade em que se acumulava comida toda vez e eu tinha que ficar futucando com um palito de dente ou agulha após cada refeição. Não é legal. Além disso, se você tirar os dois de baixo, necessariamente tem que tirar os de cima porque aparentemente os de baixo se sustentam neles. Assim, depois de fazer uma radiografia panorâmica, houve uma recomendação bem assertiva para que eu extraísse os 4 sisos. Pensei até em tirar os 4 de uma vez para ter só um pós operatório, mas por recomendação de TODOS os dentistas e pessoas com quem eu falei, o melhor é tirar 2 de cada vez porque o trauma é menor e você ainda tem o outro lado para mastigar no pós-operatório (sim, sentar na cadeira do cirurgião é só o começo da brincadeira). Agora eu concordo com isso porque o processo todo é bem cansativo e pra mim demorou cerca de 2 h por causa do dente de baixo. Acho que eu realmente estaria numa situação bem mais delicada agora, se eu tivesse tirado os 4 de uma vez.

olar.amostra.o.siso

A sala de cirurgia odontológica é bem simples e é igual a uma sala de dentista normal, só que tudo tá coberto de “roupa de cirurgião” branca e o procedimento é feito com o auxílio de uma instrumentadora (que basicamente ficava aspirando onde a cirurgiã mandava e passando os instrumentos pra ela). O momento de sentar da cadeira é tenso porque se você é ansioso/a como eu já pensa dramaticamente “Ok, eu já sei que quando eu levantar dessa cadeira terei dentes a menos õ.õ”. Eu fui de moletom pra ficar relaxado e tentei relaxar (falar é fácil). Ela pediu pra eu fazer um bochecho com uma solução de clorexidina pra desinfetar a região e passou mais clorexidina na minha cara pra limpar a parte externa. Ela tinha a minha radiografia e, olhando pra ela, me fez a pergunta Jogos Mortais que eu sabia que cedo ou tarde viria:

Ela: “Você quer que comece pelo de cima ou pelo de baixo?”
Eu: “Ahmm, recomendações?” *sem graça* [mimimi]
Ela: “Por mim tanto faz, você que sabe”
Eu: “…o de cima é mais fácil né. Começa pelo mais fácil?”
Ela: “É, pode ser.”
Eu: “Hummnn tá. O de cima” [mimimi]
Ela: “Ok, abre beeem grandããããoo”
Me senti com 8 anos. [mimimi]
Então ela cobriu minha cara com um material descartável (TNT) com um buraco circular, de forma que só minha boca ficava exposta e não dava pra eu ver nada. Evidente que mesmo se não tivesse aquilo, naquela situação eu iria fechar meus olhos bem forte e só abrir quando tudo tivesse acabado. Aí ela começou a colocar UMA PORRADA de apetrechos em cima de mim e alguns cabos. Nunca tinha visto aquilo num dentista. Ok, aquilo não era uma simples limpeza. A ficha caiu sinceramente. Me senti numa polissonografia. Ou numa UTI. “Fu-deu!”. Agora abraça o capeta, né, fi.
Lindos olhos azuis-acizentados da cirurgiã, os quais observei durante a cirurgia inteira.

Foram 3 espetadas de anestesia no fundo da arcada de cima. Nas duas primeiras a cirurgiã usou uma técnica muito bacana em que, pela primeira vez, eu NÃO senti nem a picada. Ela pediu para que eu fosse fechando a boca devagar. Aparentemente como esse movimento faz com que o músculo que tem o nervo que é bloqueado esteja na fase negativa do movimento, fazendo com que não tenha tensão e portanto não tem dor. Genial! A última picada foi mais desconfortável do que dolorida: “Essa última vai ser no céu da boca, vai ser chato, mas vai passar rápido, ok?”. Na verdade não foi no meio do céu da boca, como eu imaginei, e como foi bem colado no dente, pareceu ser uma agulhada justa (não desnecessária, como acontece algumas vezes em dentistas, se você já passou por isso, sabe). Ela fez alguns testes pra saber se já podia começar e eu não estava sentindo ou não e a anestesia pegou bem rápido, pra falar a verdade. Aí ela me avisou: “Isso é uma anestesia. Você não irá sentir dor, mas vai sentir mexendo, pressão e puxando, ok?”. Ok, né…
A partir de então eu senti muito pouco do que ela estava fazendo, mesmo que soubesse que estava afastando a gengiva e criando espaço para poder puxar o dente. E isso não me desesperou nada, porque não estava sentindo nada. Ela, com um alicate começou a tentar puxar pra baixo e amolecer o dente (sim, do jeito medieval o/), mas estava muito duro. A sensação exata era a de que o meu crânio era um guarda roupa e estão tentando tirar um daqueles pinos de madeira que sustentam as prateleiras, preso há muito tempo, foi uma sensação de madeira rangendo, ao mesmo tempo em que desencaixa de algum lugar (afinal, ela força na diagonal pra amolecer). E, sim, a sensação e o SOM é exatamente igual (“inhéé..”). Olha, se não tava doendo, tava na cara que logo menos ia doer pra caralho!
Você conhece alguma música crente tradicional? Pois é. Nessa hora vieram pelo menos umas 5 na minha cabeça, de Quão Grande És Tu até Castelo Forte… É o máximo que você pode fazer nessa hora. Cantar só na sua cabeça. Orar. Orar como se não houvesse amanhã (ou mais alguns minutos de cirurgia). E, claro, retorcer os dedos dos pés, com medo de fazer qualquer movimento que bata nos braços de quem tá te operando.
Tipo de trilha sonora que te passa pela cabeça numa cirurgia de extração de sisos.
Então ela usou algum tipo de chave inglesa adaptada pra fazer uma alavanca e puxar o dente, que – quereeelhooo – saiu bem rápido. E, mesmo que estivesse usando muita força, não foi nem um pouco agressiva. Alta precisão. “Saiu! =)” Primeira vitória… Poxa, e NÃO. SENTI. NADA.
AH!
Pô, então era disso que o povo fica reclamando tanto e fazendo drama? É claro que eu sei que a cirurgia era pra ser tranquila e que o pior seria o pós operatório, mas aquilo era ridículo. O dente tava na mão dela em 5 minutos. Ridículo. (agora, né?)
Mas calma, tinha o dente de baixo…
Ela disse que ia dar a anestesia no dente de baixo antes de dar o ponto no dente de cima para já ir fazendo efeito. E aí veio aquela agulhada de anestesia no fundo da arcada de baixo que entra até o fundo da sua alma mas ainda assim é só mais desconfortável do que dolorido, e que faz você sentir parar de sentir metade da sua língua e do lábio. Ela fez alguns testes pra ver se tava doendo e, pra dizer a verdade, não me lembro de muito mais coisas depois disso, porque ela tava usando as skills masters especializadas dela pra tirar o meu dente que estava deitado e que cirurgiões dentistas comuns não conseguiriam tirar sem me lesionar o nervo. Ela só me disse que “estava serrando o dente como disse que faria” (transversalmente, tirando primeiro a coroa e depois as raízes). Sei que senti ela puxando algumas coisas (com um décimo da força com que ela tirou o dente de cima) de dentro eu não entendi se ela não estava conseguindo fazer força pra puxar ou se ela estava tirando mais do que 2 ou 4 pedaços (ou qualquer número maior de pedaços que você imagine que seja necessário para tirar um dente – o que parecia ser o caso). Senti, quando ela usava a broca (“maquininha”), algumas fortes vibrações no osso da minha mandíbula, mas nada que desse pra classificar como dor. No meio do procedimento, contudo, algum aparato que servia pra jogar água na minha boca começou a vazar NAS MINHAS COSTAS e comecei a tomar um banho na cadeira.

“E aí, como foi a cirurgia?” “Pô, refrescante”.

Eu, possivelmente por influência do meu rápido culto prévio, subitamente aprendi a falar em libras pra avisar do pequeno contratempo e demorou um pouco até ela entender que não era dor, e sim que minhas costas estavam tomando um banho de água gelada… Elas não sabiam de onde tava vindo a água e consertaram isso colocando uma toalha em mim, como se fosse um babador (e como se adiantasse ò.ó). Isso consertado, no final senti alguma coisa que depois de um tempo entendi que era dor e pedi para ela dar mais anestesia e aí melhorou. Ao todo, acho que ela usou uns 4 frascos de anestésico, mas isso não foi nem de perto tão dramático quanto falam. Afinal, a ideia é que não doa nada, né? Então, depois de futucar, futucar, futucar, ela me disse “pronto! agora é só fazer os pontos, que são absorvíveis, nem precisa vir tirar, ok?”.  Assim, quase 1h40 depois de ter começado (sim, o dente de baixo deu trabalho). Sem arrancada medieval dramática, sem Fred entender nada do que aconteceu… “Saiu?” “Saiu tudo!”. Eita!

Levar os pontos é algo estranho, mas nem um pouco desconfortável, dado o nível de anestesia que a sua boca está… parece que ela está costurando de novo a sua gengiva no osso. Mas em vez de parecer assustador, eu achei radical, irado, me senti corajoso, e na verdade é um alívio: é um sinal de que tudo deu certo e o tão temido momento terminou!
Logo ao final, pedi a ela o dente de cima, que tinha ficado inteiro (não se faz uma viagem dessas sem trazer um souvenir né). E, caracas, não tinha ideia de que um troço daquele tamanho poderia estar tão enfiado lá atrás no meu crânio sem função nenhuma, mesmo que eu já tivesse visto a minha radiografia. E algo que era pra ser totalmente troglodita (tirar o dente da boca de alguém) acabou se mostrando ser um processo que dá pra fazer de forma bastante civilizada e tranquila nas mãos de alguém capacitado.
Incrivelmente a pior parte do processo todo era que, pra poder fazer alguma força, tanto pra usar o alicate quanto pra usar a broca pra serrar o dente, ela precisava fazer alguns movimentos de alavanca APOIANDO NA MINHA BOCA. O problema é que ela apoiava nos meus lábios, pressionando-os contra os dentes, o que machucava. Eventualmente eu consegui aprender como mexer meus lábios de forma que não ficassem pressionados pela alavanca… Importante, percebam: ISSO foi a única coisa que me machucou um pouco durante a cirurgia inteira. O procedimento propriamente dito não doeu em nenhum momento. No máximo, levei um susto quando eu senti que ela estava manipulando uma parte que eu não deveria sentir porque o bloqueio do nervo não chegou lá. Mas assim que ela percebeu, deu uma outra anestesia, que nem senti, e ainda pediu desculpas quando viu que eu estava desconfortável. Ou seja, sem eu precisar falar, passou segurança e ainda foi gentil: tudo o que você precisa nessa hora. Nice!
Outra coisa que foi um pouco estranho foi que eu senti que foi necessário ajudá-la no processo: ela está fazendo força para tirar algo duro de dentro de você ( =( ), e se você não fizer força com o pescoço e com a mandíbula, eles vão se mexer e ela não vai ter onde apoiar. Então, de forma bastante esquisita, me senti meio que num parto. “EMPURRAA, EMPURRAAA”… Ela só consegue tirar se você deixar, essa é a premissa básica da brincadeira. Ao final, apesar de anestesiada, a minha mandíbula estava cansada e o pescoço do lado oposto também (precisei ficar um pouco de lado pra dar certo).
Ao final, ela colocou um chumaço de gazes onde ela tinha operado e pediu para que eu ficasse mordendo durante meia hora. As gazes pareciam gigantes na boca, com a anestesia. Quando a anestesia passou, depois dessa meia hora, descobri que eram grandes mesmo e que o fato de pressioná-las contra as feridas incomodava bastante. Assim, com bastante medo, tirei as gazes e parece que só o fato de manusear a região doía bastante. Mas não mais do que algumas picadas de abelha em uma superfície maior. Ou seja, razoavelmente chato mas tolerável. Dor que passou COMPLETAMENTE com analgésicos bem simples que ela receitou (ibuprofeno e paracetamol) em pouquíssimo tempo porque quando tomei os medicamentos já estava com barriga vazia de novo… Importantíssimo: antes de fazer a cirurgia coma MUITO BEM, porque depois você vai ter que ficar umas 3, 4 horas sem comer e depois não pode mais mastigar normalmente por pelo menos  uma semana (a parte crítica, dizem, são os 4 primeiros dias, depois pode voltar a comer comidas molinhas pra mastigar do outro lado). A recomendação foi que eu ficasse pressionando gelo na bochecha até 3 horas depois da cirurgia, quando então eu poderia fazer minha primeira refeição. Líquida ou pastosa, é claro.

Eu mordendo o chumaço de gaze e sorrindo depois da cirurgia. Great success!
Coisas geladas ajudam MUITO. Nessa situação, coisas geladas na sua cara e dentro da sua boca, por mais frio que esteja o clima, se tornam a coisa mais agradável do mundo. Sorvetes (sem coisas dentro pra mastigar tipo flocos, biscoito, crocantes, castanhas), vitaminas geladas, iogurtes gelados são ótimos pra aliviar a dor e sensação de desconforto. Eventualmente vai dar uma vontade louca de comer algo salgado. Nesse caso, sopas cremosas e purês no máximo a temperatura ambiente são sucesso absoluto.
Assim, no momento estou repousando e esperando quando eu vou conseguir abrir minha boca sem medo (afinal, na boca tem pontos, e pontos repuxam). Outra coisa que não pode fazer em hipótese alguma, sob risco de estourar os pontos, é bochechar e cuspir. Você fica esperto com isso, mas também percebe que é muito fácil criar pressão negativa dentro da boca, e que é algo que a gente faz bastante, inclusive na hora de engolir, principalmente se você estiver de boca fechada (e, no pós-operatório você sente BEM cada uma dessas vezes). Assim, por questão de conforto, você acaba virando expert em não deixar fazer pressão negativa na sua boca. Lavar a boca com enxaguante bucal também é altamente recomendado.
Resumindo: a experiência foi bem tolerável e o pior é o fator psicológico. Entre marcar a cirurgia e fazer, muita gente tentou me aterrorizar. Pelo que percebi, observando os relatos, foi que normalmente quem fala isso é porque pegou um profissional ruim. No ano passado eu estive nas mãos de um péssimo dentista para fazer uma obturação em um dente, e confesso que se essa tivesse sido minha única experiência com dentista, eu não iria nem recomendaria. Foi bem carniceiro. Assim, para a retirada do siso ser algo minimamente tolerável, o básico é escolher muito bem o profissional. Eu fiz pelo particular porque estou sem convênio odontológico. Mas peço que, se você precisar fazer, considere que pagar pelo procedimento por fora pode te livrar de profissionais inconvenientes, a escolha é totalmente sua, e no fim a sua vantagem financeira pode se reverter em um prejuízo de saúde e conforto, que numa hora de vulnerabilidade dessas, não tem preço. Converse, observe o discurso, procure saber das credenciais (currículo, passagem por pelo menos um ano em um hospital de confiança ou fazendo especialização em uma faculdade pública ou instituto renomado, caso você conheça),  que costumam estar bem correlacionadas com a qualidade do serviço, veja se a postura do cirurgião é profissional, se ele procura saber das suas preocupações e se ele responde suas perguntas, sem pressa, pelo teu bem, sem te constranger! Esse sim é um verdadeiro profissional da saúde que se preocupa sinceramente com o paciente. Nas mãos de um profissional assim, as chances de complicações intra e pós-operatórias tendem a diminuir.

E, se você um dia precisar fazer isso… Boa sorte e boa experiência de auto cuidado! Afinal, é pro seu bem e conforto. Saiba que hoje é totalmente possível fazer sem NENHUMA dor durante a cirurgia.

Se livra logo disso aí! =]

Estudando minha própria ossada por antecipação. I’m eternal. Adeus palito de dente! Olá churrascaria!

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2 thoughts on “Minha experiência com exodontia de 2 terceiros molares [ATENÇÃO: RELATO HARDCORE]

  1. Excelente relato! Revivi momentos emocionantes lembrando a doce retirada dos sisos inclusos. Também queria arrancar os quatro e, sabiamente, ninguém deixou.
    O terror psicológico com certeza é a pior parte. Valeu a pena! #partiuchurras

  2. Eu tbm trouxe os meus de volta pra casa..rsrsr. Inclusive as duas partes de um dente que foi dividido ao meio,mas cortaram na vertical mesmo..rsrsrs
    Agora, faltou passar o endereço do dentista..rsrsrsrs..
    Abração ,primo!

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